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Uma puta cachorrada

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                Era uma bela tarde de domingo, um sol belo, azul, 17h, eu me preparava para uma despedida de uma amiga minha do Varginha. Já disse aqui que o Varginha ao qual me refiro não é a cidade Mineira, e sim ao Terminal Varginha. E essa minha amiga nos deixaria, iria, para além da ponte, como os moradores da região se referem àqueles que moram além da ponte do Socorro e que têm uma vida mais acessível.                 De qualquer forma a reunião de Silvinha seria além-ponte, num barzinho na região de Pinheiros. Mamão na roda pra mim, pois era só usufruir do trem.                 Terminei de me arrumar e estava saindo do prédio, mas não antes de ser abordado pelo porteiro. - Fala Chicão – o porquê de Chicão eu jamais entenderei, pois seu nome real era Mário. – O que tem pra mim, a...

10 formas de passar seu tempo em um banheiro público

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Mais uma lista que eu escrevi aos 12 anos de idade e resgatei e resolvi compartilhar com vocês! 1 – Grite desesperadamente por socorro, até que alguém pergunte se esta tudo bem e então diga que seu cocô não quer sair. 2 – Quando alguém for secar as mãos, passe na frente dela e fique por um bom tempo. 3 – Finja espionar a pessoa do lado (caso seja mictório). 4 – Entre numa cabine e depois saia e diga bem alto para que todos escutem: “Putz, que águinha mais refrescante essa. Muito boa!”. 5 – Após sair de uma cabine, aborde a primeira pessoa que ver e diga que nunca teve uma caganeira tão forte como a que teve e diga detalhes nojentos. 6 – Coloque uma placa de “Consultório” na porta de uma cabine e fique lá com a porta entreaberta, para quem entrar diga: “O Doutor saiu. Quer deixar recado?” ou “Consultório… boa tarde em que posso ajudá-lo?”. 7 – Entre numa cabine e comece a gritar: “Isso, não pare! Continue! Desse Jeito!”. 8 – Entre numa cabine, sente-se na privada e...

12 formas de irritar seu psicólogo

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Uma pequena lista que eu escrevi aos 12 anos de idade e resgatei e resolvi compartilhar com vocês! Fiquem, agora, com 12 FORMAS DE IRRITAR SEU PSICÓLOGO Quando for às consultas com seu psicólogo e estiver com vontade de incomodá-lo, use estas técnicas: 1 - Diga que ouve vozes (com uma cara séria). Quando lhe perguntarem o motivo ou com qual frequência isso acontece, diga: "Toda vez que eu atendo ao telefone". 2 - Quando for à sua primeira consulta diga que não possui problema algum e que seus amigos fadas e duendes até o aconselharam a nem ir nessa consulta. 3 - Após solucionar um caso e encontrarem uma solução, diga que agora está tudo bem, então vire-se para o lado e diga: "Tudo resolvido, certo Frank?". Insista que esta pessoa existe. 4 - Diga que vê pessoas mortas, caso pedirem-lhe um exemplo , diga: "Ontem por exemplo, quando fui ao enterro do meu tio avô Ernesto". (tia, tia avó, primo, quem você quiser matar.) 5 - Invente palavras malucas ...

Contos Inacabados: O Projeto X

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O dia começou calmo na Cidade Maravilhosa. Eram 6h e já se podia ver movimento nas praias. O Sol apareceu com toda a sua exuberância e deixava aos poucos o dia mais claro e mais colorido.                 Alguns saiam de suas casas para trabalhar, outros faziam caminhadas. Os mais afortunados tomavam café da manhã em  seus terraços e contemplavam a linda praia de Copacabana.                 É apenas mais um dia normal no Rio de Janeiro. Ou era para ser apenas mais um dia normal.                 Antes que se pudesse dar conta a cidade já estava de pé, pessoas andando para lá e para cá. Pais e Mães deixando seus filhos nas escolas e correndo para seus trabalhos. Eram tempos difíceis.            ...

Contos Infantis Modernos: Zinho, o zumbizinho

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Era uma vez num mundo pós-apocalíptico uma feliz comunidade de zumbis. Uma das muitas comunidades que se formaram após uma grande explosão atômica em várias regiões do país. Nessa comunidade em específico, viviam os Mortinho da Silva, infelizmente o papai Mortinho da Silva não voltara de uma das suas últimas expedições em busca de comida, deixando assim apenas o filho e a mamãe Mortinho da Silva. Todos os dias a mamãe Mortinho da Silva saia de casa para buscar comida para o seu filhinho. Dia após dia era sempre a mesma coisa: “Zinho, a mamãe está saindo para buscar comida. Se comporte, fique dentro de casa. Não converse com estranhos, a mamãe já volta.” Antes de sair a mamãe Mortinho da Silva sempre fazia algo que fazia com que Zinho morresse, não literalmente, de rir. Ao invés de se abaixar para dar um beijo na testa do filho, ela tirava sua cabeça e levava à testa do filho para que pudesse dar um beijinho de despedida. Mamãe então saiu e Zinho ficou em casa aguarda...

Para sempre abelinha

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Outono brasileiro, a nossa história começa em Sampa (como acham que quem moram em Sampa chama São Paulo). A cidade fervia e não me refiro apenas ao fervo da agitação, mas fazia um calor ingrato. Nas ruas, o contraste de um povo de camisa florida e chinela de dedo e o povo de terno, gravata, sobretudo, cachecol, japona, toucas e luvas devido às condições sociais que nos submetemos de segunda a sexta, em sua maioria, das 9h às 18h. Nos ônibus da Capital senhoras e senhores se abanavam com as folhas de seus exames, chapas de pulmões, receitas médicas e mais qualquer sorte de papéis que por ventura levavam em seu poder. Nos faróis, os que funcionavam pelo menos, não era difícil encontrar algum comerciante vendendo água, refrigerante ou IceGurt. A semana apenas se iniciara, plena segunda-feira, uma tarde outonal, porém absurdamente quente e ensolarada. Pleno abril e um calor de rachar coco. Pelo amor de Deus, não sei como vocês gostam desse tempo. Uma gentarada suada, com...